1 de fevereiro de 2017

Apagar mensagem enviada e rastrear amigo: Veja as novidades no WhatsApp


Foto: Reprodução/Internet

UOL - O WhatsApp está sempre testando versões beta de seu aplicativo com várias novidades –esses testes servem como parâmetro para o que pode aparecer para todos os usuários em breve. Entre as novidades, duas saltaram aos olhos recentemente: a funcionalidade de editar ou apagar mensagens enviadas (sonho de qualquer um, né?) e outra que permitirá que usuários sigam em tempo real a localização de amigos.

A funcionalidade de editar ou apagar posts foi vista pela primeira vez em dezembro, na versão beta para o iOS. Ela, contudo, já está em teste também na versão Android do aplicativo de mensagens. E sim, vai cumprir com as expectativas que você sempre sonhou.

Você já enviou uma mensagem e se arrependeu? Queria apagar? Em breve o WhatsApp deve ganhar essa novidade. Quem vai ficar curioso é o receptor, que deverá ler em sua conversa uma sentença que diz ''a mensagem foi removida pelo usuário''. Neste sentido, outra funcionalidade em teste é uma que permite editar as mensagens enviadas.

Localização dos amigos em tempo real

O WhatsApp Beta também aponta para uma opção em que você pode enviar aos seus amigos seu trajeto em tempo real para que eles acompanhem a sua localização, segundo o perfil do Twitter @WABetaInfo. É algo semelhante ao que o Waze já faz –e que é possível compartilhar no WhatsApp.
Portal nco

Apagar mensagem enviada e rastrear amigo: Veja as novidades no WhatsApp


Foto: Reprodução/Internet

UOL - O WhatsApp está sempre testando versões beta de seu aplicativo com várias novidades –esses testes servem como parâmetro para o que pode aparecer para todos os usuários em breve. Entre as novidades, duas saltaram aos olhos recentemente: a funcionalidade de editar ou apagar mensagens enviadas (sonho de qualquer um, né?) e outra que permitirá que usuários sigam em tempo real a localização de amigos.

A funcionalidade de editar ou apagar posts foi vista pela primeira vez em dezembro, na versão beta para o iOS. Ela, contudo, já está em teste também na versão Android do aplicativo de mensagens. E sim, vai cumprir com as expectativas que você sempre sonhou.

Você já enviou uma mensagem e se arrependeu? Queria apagar? Em breve o WhatsApp deve ganhar essa novidade. Quem vai ficar curioso é o receptor, que deverá ler em sua conversa uma sentença que diz ''a mensagem foi removida pelo usuário''. Neste sentido, outra funcionalidade em teste é uma que permite editar as mensagens enviadas.

Localização dos amigos em tempo real

O WhatsApp Beta também aponta para uma opção em que você pode enviar aos seus amigos seu trajeto em tempo real para que eles acompanhem a sua localização, segundo o perfil do Twitter @WABetaInfo. É algo semelhante ao que o Waze já faz –e que é possível compartilhar no WhatsApp.
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Governo do RN divulga nomes dos detentos que fugiram de Alcaçuz durante rebelião



Foto/Divulgação



O Governo do Estado do Rio Grande do Norte divulgou nesta quarta-feira (1º), através da Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania (Sejuc), os nomes dos 54 detentos que conseguiram escapar da Penitenciária Estadual de Alcaçuz durante os 14 dias em que o presídio ficou sob domínio dos apenados.

A lista inicial fornecida pelo Governo continha 56 nomes, mas como dois já foram recapturados, baixou para 54. Aliado à lista, a Sejuc também divulgou a imagem de cada um dos fugitivos e conta com o apoio da população para encontrá-los e recapturá-los ao sistema penitenciário do RN.

Veja abaixo a lista dos detentos fugitivos:

Adeilson Nunes da Silva
Alan Dantas Marques
Alef Marrone da Silva
Antonio Ezequiel da Silva
Bonfim Tarcísio da Silva
Caio Victor da França Silva
César da Silva Costa
Douglas Winnes Silva de Jesus
Eclesiastes Alves de Carvalho
Edivanildo Souza de Oliveira
Edson Corsino de Oliveira
Estefanio Silva Caetano
Etifanio Sheridan Lucas
Fabio Luiz de Oliveira
Francisco Alex Silva Câmara
Francisco Cleanto da Silva Barbosa
Francisco Danilo Nunes Aquino
Francisco das Chagas Barbosa dos Santos
Francisco Job de Oliveira
Francisco Rodrigues da Silva
Gilberto Lopes de Moura
Gilvan Rocha da Costa
Igor Alves do Nascimento
Iraclan Nascimento Queiroz
Iranilson dos Santos Silva
Izaquiel Ramos da Silva
Jeferson Santos da Silva
Jesus Alisson Cavalcanti Pereira
Joalison Bruno Cabral
Jobson Luiz de Carvalho
José Batista de Souza
José Carlos Firmino sa Silva
José Francisco Xavier Neto
José Ivanildo Pinheiro de Lima
José Lindemberg Dantas Nascimento
Josenaldo Vilela Araújo
Kelvin Nascimento da Silva
Kleber Cordeiro de Morais
Laerte Ambrosio de Oliveira
Natécio de Lima
Pedro Bezerra de Oliveira
Rafael Silva de Souza
Reinaldo da Silva Xavier
Renato Berg Lopes da Silva
Rodrigo Leandro Santos
Ruliklebson Nascimento de Souza
Rumascelli Afonso de Oliveira
Shakespeare Costa de França
Thiago Balbino da Fonseca
Thiago de Souza Vilarinho
Thiago Batista Coelho
Valdemir Gomes de Oliveira
Walter Valério Tenório de Araujo
Willame Albano da Silva
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Insetos e pus estão entre as coisas que você come sem saber


Foto: Reprodução/Internet

Quem tem alguma restrição alimentar, seja por questão de saúde, religião ou ideologia, enfrenta uma difícil tarefa: identificar os ingredientes e aditivos presentes nos alimentos industrializados pela simples leitura dos rótulos. Não é fácil. Em meio a termos técnicos e códigos estranhos, a maioria de nós não faz ideia do que está comendo.

Alguns dos itens utilizados pela indústria alimentícia, afirma a engenheira de alimentos Florencia Cladera, professora da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e doutora em engenharia química, causam estranheza devido a sua origem, quase sempre desconhecida dos consumidores. É o caso do corante carmim, presente em iogurtes, sobremesas, balas, bebidas e até na bolacha Passatempo.

“Trata-se de um corante natural, que confere cor vermelha ao alimento, e é extraído das fêmeas e dos ovos de cochonilha (Dactylopius coccus Costa). O inseto produz o ácido carmínico como uma forma de se defender de predadores”, explica a professora. A substância aparece nos rótulos como carmim, ácido carmínico, carmim de cochonilha ou como o número INS 120.

A descoberta, muitas vezes, assusta e acaba por levar à reeducação alimentar. “Algumas pessoas ficam bastante chocadas quando descobrem que comem um pó feito de uma espécie de pulgão”, afirma o médico nutrólogo Eric Slywitch, especializado em dietas vegetarianas. Saiba mais: Uma alimentação saudável precisa de fibras – Patrocinado

Ingrediente, aditivo ou coadjuvante?

Segundo Florência, ao falar de produção e composição de alimentos, é importante diferenciar o que são ingredientes, aditivos e coadjuvantes de tecnologia.“Um ingrediente é qualquer substância empregada na fabricação de um alimento e que permanece no produto final, ainda que de forma modificada. Um aditivo é um ingrediente adicionado sem propósito de nutrir, para modificar as características físicas, químicas, biológicas ou sensoriais. São os corantes, aromatizantes, adoçantes, espessantes etc.

Há ainda os coadjuvantes de tecnologia. “São substâncias utilizadas durante o processamento e que não permanecem no produto final, como solventes, fermentos e enzimas.” A professora explica que, na rotulagem, é obrigatório citar a lista de ingredientes colocando na ordem de maior para menor quantidade, o que inclui os aditivos, mas não os coadjuvantes. “Isto pode ser um problema para os veganos, que não consomem produtos de origem animal.”

Pele, cartilagens e tendões viram gelatina e salsichas

Colorida, com cheiro de fruta e textura agradável, a gelatina é uma espécie de “mestre dos disfarces” quando se trata de alimentação. “A matéria prima para a produção de gelatina é pele, ossos ou tendões de mamíferos, geralmente suínos ou bovinos”, afirma Florência.

De acordo com a professora, em seu processo de fabricação o material recebe um tratamento com ácido (geralmente vinagre) e água quente para solubilizar o colágeno. Depois, são removidos a gordura e os resíduos sólidos e é usada a solução passa por diversas etapas de concentração, esterilização, secagem e moagem. Ao final, são adicionados os corantes artificiais, açúcar e aromatizantes.

Há muitos produtos, afirma a especialista, que contêm a gelatina como aditivo, realizando o papel de espessante, gelificante ou estabilizante. “A gelatina está presente em diversos alimentos, como iogurtes, pudins, balas de goma, mousse. Mas não é mencionado se sua origem é suína ou bovina, o que pode ser um problema para pessoas de religiões que não consomem carne de porco”, diz.

A mesma matéria-prima (além de outros resíduos menos nobres, provenientes da indústria da carne) é utilizada na fabricação de salsichas. De acordo com o engenheiro químico Décio Livrari Júnior, consultor da SVB (Sociedade Vegetariana Brasileira), é comum haver nos embutidos vestígios de órgãos diversos, como pulmões, rins, vísceras que ficam em contato direto com material fecal e até mesmo tumores dos animais. “Tudo é triturado, misturado e temperado para virar salsicha.”

No caso dos empanados de frango e dos hambúrgueres, explica Livrari, pode haver pintinhos inteiros triturados. “Isso não é uma regra, mas já houve muitas denúncias em formato de vídeo feitas por ex-funcionários desse tipo de indústria, já que nem sempre há fiscalização.”

Derivados de petróleo

Alguns aditivos alimentares, afirma Florência, podem ser derivados do petróleo, como é o caso de certos corantes artificiais, como a tartrazina (INS 102), encontrada em balas, gelatinas, sobremesas, biscoitos, refrescos em pó e refrigerantes, entre outros produtos.

“Corantes podem causar alergias, urticárias e até asma. Há estudos que indicam uma relação entre seu consumo e a hiperatividade em crianças”, explica.

Pus e enzimas do estômago

Florencia Cladera cita também os coalhos, coadjuvantes de tecnologia utilizados na produção de queijos, sendo removidos do produto final. Os coalhos são extraídos do estômago do bezerro e contêm enzimas utilizadas na etapa de coagulação. Geralmente, eles não aparecem na lista de ingredientes e, apesar de não fazerem mal à saúde, são motivo de revolta por parte de quem defende o bem-estar animal. Uma alternativa para eles são os coagulantes feitos a partir de fungos, já existentes no mercado.

Mesmo o leite de vaca, explica Livrari Junior, pode conter pus, já que os animais sofrem com mastite (inflamação das mamas) pela constante extração do produto. A pasteurização (processo que destrói alguns tipos de microorganismos patogênicos em produtos comestíveis) elimina as bactérias que possam estar presentes em virtude dessa contaminação. “Mesmo assim, o pus continua presente, ainda que pasteurizado”, diz.

UOL/portal nco

Terceira noite da Festa da Luz tem registros de furto e porte ilegal de arma



Informações do relatório do 4º Batalhão de Polícia Militar, dão conta de duas ocorrências na terceira noite da Festa da Luz, em Guarabira, no Agreste paraibano, nesta terça-feira (31). Dois adolescentes foram apreendidos por furto e porte ilegal de arma branca.

A primeira ocorrência, foi registrada às 1h20 da madrugada, já no dia 1º, onde um adolescente de 16 anos, residente em Guarabira, foi abordado pela polícia, sendo encontrado com ele uma faca de 5 polegadas.

Já por volta das 2h, outro adolescente de idade não informada, residente em Mari, furtou o celular de um jovem. O adolescente foi conduzido até a delegacia móvel instalada no Parque do Poeta, local onde acontece a festa.

O Conselho Tutelar foi acionado para as providências cabíveis.