13 de agosto de 2013

Como fica o movimento grevista na região

BLOG DA SERRA 

Conforme o Blog da Serra já informou em seu blog ,que a rede estadual de ensino deflargou greve na última manhã desta segunda (12). Com exclusividade, veja a tomada de decisão em relação ao movimento grevista por parte das instituições escolares.

MONTE DAS GAMELEIRAS


A Escola Estadual Felismino José da Costa aderiu de forma parcial ao movimento apenas nesta segunda. Depois de sentarem de forma coletiva, optaram por não aderir à greve de forma generalizada.

SERRA DE SÃO BENTO


As Escolas Professor Joaquim Tôrres e Deputado Márcio Marinho não aderiram ao movimento grevista.

LAGOA D'ANTA


A Escola Antonia Guedes Martins (foto) aderiu à greve de forma parcial. Em uma reunião que aconteceu na noite desta segunda (12), alguns educadores levantaram a bandeira do movimento, falta os demais turnos decidirem. Há uma tendência de greve geral

PASSA E FICA


A Escola Senador João Câmara ainda não se reuniu para discutir sobre a greve, mas há uma tendência para a rejeição do movimento. A Escola Djalma Marinho já recusou aderir ao movimento. Entre os motivos para a rejeição à greve seria a reposição de aulas em Janeiro de 2014.

NOVA CRUZ


Em assembléia realizada na última quinta-feira (8) os professores mostraram-se favoráveis à greve. A Escola Estadual Rosa Pignataro deve ter total adesão.

A POSIÇÃO DO GOVERNO


A secretária de Estado da Educação, professora Betania Ramalho, concedeu entrevista coletiva à imprensa na manhã desta segunda-feira (12), ocasião em que anunciou que irá acionar a Justiça, por meio da Procuradoria Geral do Estado, para pedir a ilegalidade da greve dos professores. Também foi anunciado o corte do ponto de todos os professores que aderirem à paralisação a partir desta terça-feira (13).

Para Betania Ramalho, os motivos alegados pelo sindicato não justificam uma paralisação. “O Sinte está promovendo uma greve política e o que está por trás disso é a decisão da secretaria de suspender as cessões de 46 servidores da Educação para a entidade. Embora o sindicato acuse o Estado de perseguição, o fato é que precisávamos cumprir a recomendação do Ministério Público, sob o risco de sofrermos sanções por improbidade administrativa.”

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