Por Luclecio Lima/NovaCruzOficial
Informações do JH
O câncer é a primeira causa de morte por doença na faixa etária de 1 a 19 anos no país. As mortes por neoplasias em crianças ganham cada vez mais importância, são mais de nove mil casos por ano, conforme estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca). O câncer infanto-juvenil possui características específicas. Enquanto o câncer no adulto se desenvolve lentamente, na criança é muito mais agressivo. Isto acontece porque as células se multiplicam rapidamente, devido a fase de crescimento. Mas se esta alteração for descoberta no início a taxa de cura varia de 80% a 90%.
No Rio Grande do Norte, anualmente, surgem, em média, 150 casos de câncer infanto-juvenil, sendo que 80% destes são oriundos do interior do Estado.
O diagnóstico precoce influencia no prognóstico da doença oncologista. O presidente da Casa de Apoio à Criança com Câncer Durval Paiva, Rilder Campos, aconselha os pais a monitorar manchas roxas na pele, dor de cabeça constante, palidez, dor óssea, febre sem causa aparente e gânglios pelo corpo. Para os países desenvolvidos, a Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica afirma que a taxa de cura supera os 70%. Realidade esta longe de ser alcançada no Brasil e o principal motivo é a dificuldade que os profissionais têm de diagnosticar a doença de forma precoce. Segundo Rilder Campos, no RN a média de cura gira em torno de 48%
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